Kassab pode ser processado por não executar metas

Se não cumprir de forma integral as 223 propostas incluídas no Plano de Metas 2009-2012, o prefeito Gilberto Kassab poderá ser processado por improbidade administrativa no fim de seu segundo mandato. Isso porque a execução do plano virou lei aprovada em 2008 pela Câmara Municipal de São Paulo e sancionada pelo próprio Kassab. Foi a primeira proposta apresentada por entidades da sociedade civil acatada no Legislativo e no Executivo.

Diego Zanchetta e Vitor Hugo Brandalise, O Estado de S.Paulo

26 de abril de 2011 | 00h00

A oposição ao prefeito na Câmara, liderada pelo PT, deve transformar em "bandeira" o não cumprimento das metas. Ações de improbidade também poderão ser propostas por cidadãos no Ministério Público após Kassab terminar seu mandato.

Na "Agenda 2012", como foi chamada durante sua campanha vitoriosa à reeleição, Kassab embutiu projetos que somam R$ 20 bilhões. O Plano de Metas foi dividido em seis eixos. Entre os investimentos previstos são considerados recursos municipais, estaduais, federais e da iniciativa privada em políticas de Parcerias Público-privadas.

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