Justiça poderá ouvir testemunhas do caso Mércia em outubro

Segundo promotor, 24 pessoas devem depor durante três dias, se processo ficar em Guarulhos

Pedro da Rocha, Central de Notícias

25 de agosto de 2010 | 19h19

SÃO PAULO - Se o juiz do caso da morte da advogada Mércia Nakashima considerar que o julgamento deva acontecer em Guarulhos, ele poderá ouvir as testemunhas entre os dias 17, 18 e 19 de outubro, disse o promotor Rodrigo Merli.

 

Segundo ele, estas são as datas mais próximas com disponibilidade para utilizar as dependências do Fórum de Guarulhos - depende do juiz agendar. Segundo a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de São Paulo, os dias ainda não foram definidos. O promotor acredita ainda que, por serem 24 testemunhas, a audiência para ouvi-las deva durar 3 dias.

 

O juiz deve, antes, se julgar competente para julgar o caso em Guarulhos. A defesa de Mizael Bispo de Souza, principal suspeito do assassinato de Mércia, pediu que a justiça de Nazaré Paulista, onde o corpo da advogada foi encontrado, seja responsável pelo julgamento.

 

Merli sustentou que pela família da vítima morar em Guarulhos, as principais provas e testemunhas serem da cidade e o crime causar maior comoção na população do município, o caso deva ser encaminhado para a cidade.

 

Pelo Tribunal de Justiça de Guarulhos já ter pedido anteriormente a prisão preventiva de Mizael, e portanto ter interferido no processo, o promotor acredita que o julgamento deva acontecer mesmo em Guarulhos.

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