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Justiça nega recurso para cancelar júri de acusados de matar Mércia Nakashima

Decisão foi unânime contra pedido de Mizael Bispo e Evandro Silva na 12ª Câmara Criminal

Estadão.com.br,

21 Março 2012 | 17h42

SÃO PAULO - O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) negou nesta quarta-feira, 21, mais um recurso de Mizael Bispo de Souza e Evandro Bezerra Silva, acusados pela morte da advogada Mércia Nakashima. Dessa forma, mantém-se a decisão de levá-los a júri popular pelo crime. Ainda não há data prevista para o início do julgamento dos dois.

A decisão de negar o recurso foi unânime entre os desembargadores Angélica de Maria Mello de Almeida, Carlos Vico Mañas e Breno de Freitas Guimarães Júnior, da 12ª Câmara de Direito Criminal.

Mizael se entregou em fevereiro no Fórum de Guarulhos e permanece detido no Presídio Militar Romão Gomes, na zona norte da capital, por ser policial militar reformado. Como também é advogado, ele também teria direito a ficar numa sala de Estado-Maior, mas, como seria levado para uma cela no Regimento da Cavalaria, Mizael desistiu do benefício.

O crime. A advogada Mércia Nakashima desapareceu em 23 de maio de 2010, e foi encontrada morta em uma represa de Nazaré Paulista, no interior de São Paulo. Ela sumiu após sair da casa dos avós.

No dia 10 de junho, um pescador levou a família e a polícia até a represa onde o carro dela estava submerso. No dia seguinte, o corpo em avançado estado de decomposição foi encontrado. O laudo do Instituto Médico-Legal (IML) apontou que ela morreu por afogamento.

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