Justiça nega pedido de liberdade para vigia suspeito na morte de Mércia

Vigilante foi preso no dia 9 de junho em Sergipe, por faltar a depoimento sobre o caso; advogada foi encontrada morta em uma represa de Nazaré Paulista, no interior de SP

Priscila Trindade, do estadão.com.br

26 de julho de 2010 | 16h27

SÃO PAULO - A Justiça de São Paulo negou nesta segunda-feira, 26, o pedido de liberdade para o vigia Evandro Bezerra Silva, suspeito de envolvimento no assassinato de Mércia Nakashima. A advogada foi morta após deixar a casa da avó, em Guarulhos, na Grande São Paulo, no dia 23 de maio. O corpo dela foi encontrado em uma represa de Nazaré Paulista, no interior de São Paulo.

 

O vigilante foi preso no dia 9 de junho no município de Canindé do São Francisco, em Sergipe, por faltar a um depoimento na Polícia Civil sobre o caso. O ex-namorado de Mércia, o PM aposentado Mizael Bispo, é considerado pela polícia como principal suspeito.

 

Na liminar, os advogados de Evandro, José Carlos da Silva e Raphael Araújo da Silva alegaram que "a suspeita de mera participação impede que a prisão temporária perdure por mais de cinco dias, como ocorre na espécie, fato que constitui coação ilegal, pleiteando seja assegurado ao paciente aguardar, em liberdade, a tramitação do feito". Com a decisão da desembargadora Angélica de Maria Mello de Almeida, da 12ª Câmara do Tribunal de Justiça de São Paulo, o vigia terá de cumprir a prisão temporária.

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