Justiça nega liberdade para padrasto do menino Joaquim

Pedido de habeas corpus para Guilherme Longo, que está preso há mais de sete meses, foi julgado na tarde desta segunda-feira, 30

Rene Moreira, Especial para O Estado

01 Julho 2014 | 12h48

RIBEIRÃO PRETO - A Justiça negou mais um pedido para libertar Guilherme Longo, padrasto do menino Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, morto em novembro do ano passado em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. O habeas corpus não foi concedido pela 1ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP).

A defesa já havia feito várias outras tentativas para soltar Longo, que está na Penitenciária 2 de Tremembé, também no interior de São Paulo. O advogado Antônio Carlos de Oliveira contou que tentará um novo recurso, dessa vez no Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília. O padrasto está preso há pouco mais de sete meses, desde que o crime foi registrado.

Em casa. A psicóloga Natália Ponte, mãe de Joaquim, também é citada como ré no processo que envolve a morte do menino, pois teria sido omissa. Ela também chegou a ficar presa, mas obteve a liberdade condicional.

De acordo com a denúncia, o garoto morreu após receber uma dose excessiva de insulina aplicada por Longo, que depois teria jogado o corpo em um córrego perto da casa da família. Tanto o padrasto quanto a mãe de Joaquim negam qualquer envolvimento no caso.

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