Informação para você ler, ouvir, assistir, dialogar e compartilhar!
Estadão Digital
Apenas R$99,90/ano
APENAS R$99,90/ANO APROVEITE

Justiça nega liberdade para padrasto do menino Joaquim

Pedido de habeas corpus para Guilherme Longo, que está preso há mais de sete meses, foi julgado na tarde desta segunda-feira, 30

Rene Moreira, Especial para O Estado

01 de julho de 2014 | 12h48

RIBEIRÃO PRETO - A Justiça negou mais um pedido para libertar Guilherme Longo, padrasto do menino Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, morto em novembro do ano passado em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. O habeas corpus não foi concedido pela 1ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP).

A defesa já havia feito várias outras tentativas para soltar Longo, que está na Penitenciária 2 de Tremembé, também no interior de São Paulo. O advogado Antônio Carlos de Oliveira contou que tentará um novo recurso, dessa vez no Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília. O padrasto está preso há pouco mais de sete meses, desde que o crime foi registrado.

Em casa. A psicóloga Natália Ponte, mãe de Joaquim, também é citada como ré no processo que envolve a morte do menino, pois teria sido omissa. Ela também chegou a ficar presa, mas obteve a liberdade condicional.

De acordo com a denúncia, o garoto morreu após receber uma dose excessiva de insulina aplicada por Longo, que depois teria jogado o corpo em um córrego perto da casa da família. Tanto o padrasto quanto a mãe de Joaquim negam qualquer envolvimento no caso.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.