Justiça marca para 9 de dezembro depoimento do caseiro do caso Grazielly

Menina de 3 anos foi atropelada por um jet ski no Carnaval de 2012, quando brincava na areia em uma praia de Bertioga; Erivaldo Francisco é acusado de ter ajudado menor a usar o veículo

Zuleide de Barros, O Estado de S. Paulo

21 de agosto de 2013 | 17h23

BERTIOGA - A Justiça de Bertioga, no litoral norte de São Paulo, agendou para o próximo dia 9 de dezembro, às 14h, o novo depoimento do caseiro Erivaldo Francisco de Moura, um dos quatro indiciados pela morte da menina Grazielly Almeida Lames, de 3 anos, atingida por um jet ski no Carnaval de 2012 quando se encontrava na areia da Praia de Guaratuba. Pela primeira vez como réu no caso, Erivaldo compareceu ao Fórum de Bertioga na tarde dessa terça-feira, 20, mas não chegou a ser ouvido. Apenas a mãe de Grazielly, Cirleide Rodrigues de Lames, prestou depoimento. Ela deixou o local, após sentir-se mal.

O caseiro chegou a ser indiciado pela Polícia, mas por determinação do juiz ele foi retirado do caso, sendo citados como réus o proprietário do jet ski e padrinho do adolescente de 13 anos, que pilotava a moto aquática, José Augusto Cardoso Filho, que mora em Mogi das Cruzes; o mecânico e proprietário da oficina, Thiago Veloso Lins, onde a moto foi revisada e seu empregado, Aílton Bispo de Oliveira. Posteriormente, denúncia feita pelo Ministério Público, que recorreu da decisão, apontou o caseiro como um dos responsáveis pela morte da menina, já que foi ele quem empurrou o veículo até a beira da água, para que o adolescente pudesse pilotar o equipamento.

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