Justiça inicia audiências sobre a morte do menino Joaquim

Testemunhas de defesa serão as primeiras a serem ouvidas, em São Joaquim da Barra, no interior de SP, na próxima terça-feira, 5

Rene Moreira, Especial para o Estado

31 Julho 2014 | 13h49

RIBEIRÃO PRETO - O processo envolvendo a morte do menino Joaquim Ponte Marques, de três anos, ocorrida em novembro do ano passado em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, começa a ser analisado pela Justiça na próxima semana. As primeiras testemunhas que serão ouvidas são de defesa e devem depor na próxima terça-feira, 5, em São Joaquim da Barra, terra da família da mãe da criança, Natália Ponte.

Também serão ouvidas testemunhas de acusação. Ao todo, 20 pessoas devem depor até setembro. O promotor Marcos Túlio Nicolino diz não acreditar no surgimento de novas provas durante esta fase do processo. Ele diz estar convicto de que o padrasto Guilherme Longo matou o menino Joaquim, enquanto Natália foi omissa por não ter retirado o filho do convívio com o parceiro.

A data do depoimento de Natália, que está em liberdade, não foi divulgada, mas ela vai depor em Ribeirão Preto. Natália conseguiu um habeas corpus em janeiro e reside com a família em São Joaquim da Barra. Já Longo está preso no Complexo de Tremembé. Os dois negam qualquer envolvimento na morte do menino.

Sumiço. Joaquim foi achado morto no Rio Pardo, em Barretos, dez dias após sumir de sua casa em Ribeirão Preto. O garoto tinha diabetes, e o padrasto é acusado de tê-lo matado com uma dose exagerada de insulina, vindo em seguida a jogar o corpo em um córrego que deságua no rio.

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