Justiça de SP decide se namorada de Ubiratan vai a júri popular

Ela é acusada de participar do assassinato do Coronel, conhecido por ter comandado o massacre do Carandiru em 1992

Solange Spigliatti, do estadão.com.br

10 de junho de 2010 | 10h15

SÃO PAULO - Os desembargadores do Tribunal de Justiça de São Paulo vão julgar nesta quinta-feira, 10, se a advogada Carla Cepollina, de 42 anos, vai a júri popular pela morte do coronel Ubiratan Guimarães, em setembro de 2006.

 

O Ministério Público entrou com um recurso no Tribunal de Justiça no dia 5 de março de 2009, contra a decisão do presidente do 1º Tribunal do Júri, Alberto Anderson Filho, de outubro de 2008, de não colocar a advogada no banco dos réus.

 

A Promotoria acusa Carla pela morte do então namorado, conhecido por ter comandado o massacre do Carandiru, que resultou na morte de 111 pessoas, em 1992. Ela sempre negou as acusações.

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