Junta define tratamento

Em 21 de janeiro, o governo do Estado criou uma força-tarefa judiciária para autorizar casos de internação compulsória na cracolândia, no centro. Diferentemente da internação involuntária (que depende do pedido de um familiar), a compulsória precisa de autorização da Justiça e avaliação de um médico. Os casos de internação compulsória costumam ser mais graves, quando o paciente é resgatado por serviço de emergência ou é uma ameaça a outras pessoas ou a si mesmo. A junta jurídica é formada por juiz, promotor e defensor público, que avaliam cada caso. Após pareceres do promotor e do defensor, o magistrado determina se o paciente deve ser encaminhado a tratamento ou voltar para a rua.

O Estado de S.Paulo

14 de fevereiro de 2013 | 02h01

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.