Julgamento de envolvido em assassinato já dura 9 horas

Aislan do Nascimento é acusado de disparar contra Mônica de Almeida; crime foi planejado por ex-estagiária

Rejane Lima, O Estado de S.Paulo

23 de setembro de 2008 | 19h59

Já dura nove horas o julgamento de Aislan Dionísio do Nascimento, de 26 anos, acusado de ser o autor dos disparos que mataram, em dezembro de 2005, Mônica Tamer Cruz de Almeida, aos 42 anos, e feriram Renata Borelli, de 26 anos.   O crime foi planejado pela ex-estagiária Carolina de Paula Farias, de 25 anos, condenada a 30 anos e 4 meses de reclusão em agosto do ano passado por um homicídio e duas tentativas de homicídio, pois Carolina também tentou matar Maria Aparecida de Campos.   Ex-estagiária de Administração de Empresas da indústria Petrocoque, em Cubatão, Carolina cometeu os crimes porque pretendia ser contratada pela empresa e ficar mais próxima do gerente e marido de Maria Aparecida, com quem ela tivera um relacionamento amoroso. Os jurados consideram que os crimes foram cometidos por motivo torpe e isso agravou as penas.   Além de Carolina, outros dois cúmplices já foram condenados: Rodolfo Queiroz dos Santos, de 27 anos, primo da ex-estagiária, recebeu uma pena de 16 anos de reclusão; e Ewerton Moura Andrade, de 22 anos, foi condenado a 17 anos e quatro meses. Também acusado de participação, Edson Siqueira dos Santos, de 27 anos, tem julgamento marcado para 21 de outubro.   O julgamento de Nascimento começou às 11 horas no Fórum de Santos, na Baixada Santista, e a previsão é que termine às 22 horas.

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