Juizados de aeroportos resolvem 20% das queixas

Os primeiros Juizados Especiais Cíveis dos aeroportos de São Paulo, em Cumbica e Congonhas, completam 1 ano neste mês e até agora resolveram 19,27% das 4.068 reclamações recebidas de passageiros desde 23 de julho de 2010. Entre os acordos, está o reembolso para os casos de voos atrasados.

Felipe Tau e Tiago Dantas, O Estado de S.Paulo

16 Julho 2011 | 00h00

A média de 11,5 por dia é baixa até para quem trabalha no juizado. Mas há argumento - os números poderiam ser maiores se os funcionários enviados pelas empresas para as audiências tivessem liberdade de ação para ajudar a resolver os problemas.

Atualmente, a falta de informações, com 23,55%, é o motivo que mais leva as pessoas a procurar o juizado. Os casos mais fáceis para se obter acordos são os de atrasos e de cancelamentos, em que as companhias se mostram mais solícitas na resolução.

O caso mais difícil é o extravio de bagagem, pela dificuldade em se confirmar o valor dos bens dentro das malas. Procurado, o Tribunal de Justiça diz não ter estatísticas dos casos que se convertem em processos.

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