Werther Santana/AE - 27/03/09
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Juíza interroga 5ª testemunha no caso de Janken Ferraz

Janken responde por três crimes e pode ser levado a júri popular; ele alegou legítima defesa

Elvis Pereira, da Central de Notícias,

21 Maio 2009 | 17h07

A juíza Luciana Piovesan interrogava, às 16h45 desta quinta-feira, 21, a quinta testemunha no caso do ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista, acusado de matar a ex-mulher Ana Cláudia Melo da Silva, de 18 anos. As cinco testemunhas são de acusação. Uma delas, uma amiga de infância da vítima, pediu à magistrada que o suspeito não acompanhasse o depoimento dela. Nos demais, Evangelista permaneceu no plenário.

 

A sessão, iniciada com mais de uma hora de atraso, às 14h23, ocorre no Complexo Judiciário Ministro Mário Guimarães, na Barra Funda, na zona oeste de São Paulo. Segundo o Tribunal de Justiça (TJ), não há previsão do horário do interrogatório do ex-jogador, que responde por homicídio, subtração de incapaz e furto. Pelo menos, mais 11 testemunhas serão ouvidas na audiência.

 

Em 22 de março deste ano, Ana Cláudia foi assassinada com oito facadas num apartamento no Jardim da Saúde, na zona sul da capital. Na mesma noite, câmeras do prédio registraram o ex-jogador saindo do imóvel com o filho do casal.

 

Três dias depois, a polícia deteve Janken na casa da mãe dele, em Teixeira de Freitas, na Bahia. Trazido para São Paulo, ele contou que discutiu com a jovem após flagrá-la conversando ao telefone celular com o goleiro Fábio Costa.

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