Juiz do caso Mércia pretende ouvir todas as testemunhas de acusação hoje

Irmã da vítima é a primeira a prestar depoimento na audiência, que começou com duas horas de atraso

Gabriel Vituri, estadão.com.br

18 de outubro de 2010 | 11h26

GUARULHOS - O juiz Leandro Jorge Bittencourt Cano disse que pretende ouvir nesta segunda-feira, 24, todas as testemunhas de acusação na audiência sobre a morte da advogada Mércia Nakashima. Pouco antes das oitivas começarem por volta das 11h, com duas horas de atraso, o magistrado da Vara Privativa do Júri de Guarulhos falou que quer começar a ouvir, já na terça-feira, as testemunhas de defesa.

 

Os dois réus no processo, o ex-namorado da vítima, o advogado e policial militar reformado Mizael Bispo de Souza, e o vigia Evandro Bezerra Silva estão presentes na sessão. Todos as outras testemunhas também já chegaram ao fórum.

 

A primeira testemunha a entrar na sala de audiência foi a irmã da vítima, Claudia Eliane Nakashima. Para que ela fosse ouvida, o juiz determinou a saída dos réus do plenário. Antes do ínicio, foi ressaltado os procedimentos para a imprensa acompanhar a audiência, incluindo a proibição de entrevistas com qualquer uma das testemunhas dentro do Fórum.

 

Logo em seguida, devem ser ouvidos o flanelinha Bruno da Silva Oliveira - que diz ter visto Mizael descer de um Kia Sportage prata no estacionamento do Hospital Geral de Guarulhos, e entrar em outro carro no dia do sumiço da vítima - e a testemunha sigilosa Ômega, identificada apenas como a pessoa que estava na represa onde o corpo de Mércia foi encontrado e teria visto o crime.

 

Mércia foi morta após deixar a casa da avó, em Guarulhos, no dia 23 de maio. Seu corpo foi encontrado em uma represa de Nazaré Paulista no dia 11 de junho. O laudo do Instituto Médico-Legal (IML) apontou que ela morreu por afogamento.

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