Juiz decreta segredo de justiça no caso da morte do cartunista Glauco

Imprensa teve acesso vetado; detalhes sobre o julgamento serão informados por meio de nota

Central de Notícias

28 Fevereiro 2011 | 16h28

SÃO PAULO - O juiz responsável pelo julgamento de Carlos Eduardo Sundfeld Nunes, acusado de matar o cartunista Glauco, decretou segredo de justiça parcial para o processo. Por conta disso, foi vetada a presença da imprensa na audiência da tarde desta segunda-feira, 28, na qual o jovem, conhecido como Cadu, será interrogado, além do acesso a determinados documentos dos autos. Os detalhes sobre o julgamento serão informados em nota do juiz através da assessoria de imprensa da Justiça Federal do Paraná.

 

Cadu está sendo julgado por resistência, tentativa de homicídio, porte de arma de fogo de uso permitido, roubo, constrangimento ilegal, violação de domicílio, tortura e homicídio consumado.  lauco e seu filho Raoni foram mortos em março do ano passado, durante uma tentativa de assalto à casa da família.

 

O jovem confessou ter assassinado o cartunista, de 53 anos, e o filho dele, de 25, a tiros no dia 12 de março em Osasco, na Grande São Paulo. Em novembro do ano passado, um laudo de sanidade mental feito por psiquiatras e psicólogos de Curitiba classificou Cadu como inimputável, ou seja, não pode responder por seus atos perante a Justiça. No mês seguinte, ele foi transferido da Penitenciária Federal de Catanduvas para o Hospital Psiquiátrico Complexo Médico-Penal do Paraná.

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.