Polícia Civil/Divulgação
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Jovens de 18 anos mataram delegado do DHPP em SP, diz polícia

Dupla teria baleado policial na zona leste durante assalto e está foragida; investigadores dizem ter provas materiais contra ambos

Marco Antônio Carvalho, Especial para o Estado

20 de outubro de 2014 | 08h21

SÃO PAULO - Dois jovens de 18 anos são os responsáveis pela morte do delegado Francisco de Assis Camargo Magano, de 49 anos. Essa é a conclusão a que chegou o Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) da Polícia Civil paulista, que investiga o caso.

Magano foi morto a tiros durante um assalto no bairro da Penha, na zona leste da capital, na noite de 13 de setembro. A polícia divulgou nomes e fotos da dupla que está foragida. São Rafael Ribeiro dos Santos e Vinícius de Jesus Lopes, que seriam moradores do Conjunto Habitacional Chaparral, na Penha.

De acordo com a polícia, ambos são especialistas em roubos de veículos na região em que o crime foi registrado. O celular roubado de Magano na noite do assassinato foi utilizado na investigação que levou a identificação dos suspeitos.

"Temos provas materiais contra os dois. Eles são os responsáveis pela morte do delegado Magano", declarou em nota o delegado Carlos Battista, do Deic. Magano trabalhava no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e teria reagido a um assalto, iniciado quando retirava objetos do porta-malas do seu carro.

Uma testemunha relatou à Polícia Militar que o policial foi baleado duas vezes. Magano foi encaminhado ao Pronto-Socorro do Tatuapé, também na zona leste, mas não resistiu. O caso foi registrado como latrocínio - roubo seguido de morte.

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