Divulgação/Prefeitura de Itanhaém
Divulgação/Prefeitura de Itanhaém

Jovem que matou mulher no litoral de SP conhecia a vítima

Irmão de Priscila Aparecida Santos da Costa disse que ela foi criada junto com atirador que disparou após reação a ofensas homofóbicas

Luiz Alexandre Souza Ventura, Especial para o Estado

26 Fevereiro 2016 | 11h01

SANTOS - O jovem Fabiano da Silva Gregório, de 19 anos, principal suspeito pelo assassinato de Priscila Aparecida Santos da Costa, de 25, na madrugada da última segunda-feira, 22, em Itanhaém, no litoral sul de São Paulo, conhecia a vítima desde a infância, segundo informações apresentadas à polícia pela família da jovem morta.

O caso está sob responsabilidade da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Itanhaém. De acordo com os policiais, o irmão de Priscila disse que vítima e atirador foram criados juntos e que jamais houve qualquer desentendimento entre os dois.

Testemunhas disseram à polícia que a jovem estava com a namorada e um irmão no Bar do Pudim, na região do Jardim Guapiranga, quando Gregório atacou o grupo com ofensas homofóbicas. Priscila reagiu às ofensas, houve uma discussão e ela chegou a desferir alguns tapas no suspeito, antes de deixar o estabelecimento com a namorada e o irmão. 

Minutos depois, por volta de 5h20, o suspeito foi à praça onde estava o grupo e atirou duas vezes em Priscila, que morreu enquanto recebia socorro na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Itanhaém. Em depoimento aos policiais que registraram a ocorrência, o irmão de Priscila afirmou que Gregório foi à praça somente para matar Priscila.

Um  mandado de prisão temporária contra Fabiano da Silva Gregório já foi emitido, mas permanece foragido. Os investigadores fizeram várias diligências pela região e estiveram na residência do suspeito, onde conversaram com parentes dele e descobriram que o rapaz foi ao imóvel logo após o crime. Ele teria confessado o homicídio aos familiares antes de fugir, sem informar para onde iria.

Mais conteúdo sobre:
SANTOS Itanhaém São Paulo

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.