Jet Ski: família de adolescente sofre ameaças

A família do adolescente de 13 anos que confessou ter ligado o jet ski que matou a menina Grazielly Almeida Lames, 3, em Bertioga, na Baixada Santista, denunciou à polícia que foi ameaçada por causa do acidente. O caso causou comoção e várias testemunhas que estavam na Praia de Guaratuba procuraram o advogado José Beraldo, que defende a família da criança, oferecendo-se para depor.

O Estado de S.Paulo

26 de fevereiro de 2012 | 03h07

As investidas contra a família do adolescente teriam começado duas horas após o acidente. O colega de 13 anos que acompanhava o adolescente no momento do acidente com o jet ski teria sido agredido por duas pessoas. Elas disseram que iam fazer "justiça". Uma estaria com um revólver e a outra com um pedaço de madeira. Segundo a polícia, três pessoas tentaram invadir a casa dos pais do adolescente, na Riviera de São Lourenço. A casa do caseiro dos padrinhos do adolescente também foi atacada.

Os pais do adolescente afirmaram que o posto de combustíveis da família, em Mogi das Cruzes, sofreu depredações. "Após os fatos, o garoto disse que correu assustado para a casa dos padrinhos em frente à praia. A mãe, também assustada, levou o filho para a casa de praia da família na Riviera de São Lourenço", disse o delegado Maurício Barbosa Júnior. O jet ski é de José Augusto Cardoso, um empresário de Mogi das Cruzes, padrinho do adolescente. REGINALDO PUPO

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