Robson Fernandjes/AE
Robson Fernandjes/AE

Irmão de Mércia diz se arrepender por não ter sido 'mais duro' contra namoro

Márcio Nakashima foi o terceiro a depor; antes dele, investigador deu detalhes sobre ligações

Eduardo Roberto, estadão.com.br

18 de outubro de 2010 | 16h36

GUARULHOS - Márcio Nakashima, irmão de Mércia, foi o terceiro a depor nesta segunda-feira, 18, primeiro dia de audiência da morte da advogada. Ele afirmou que se "arrepende de não ter feito uma oposição mais dura" ao relacionamento entre Mércia e Mizael Bispo de Souza, principal suspeito do caso. "No começo do namoro entre os dois, ouvi falar que ele não prestava", disse Márcio ao juiz.

 

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Antes dele, depôs o investigador do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) Alexandre Silva. Ele deu detalhes técnicos da análise dos celulares de Mizael e Evandro Silva, o vigia. Segundo o investigador, de 41 ligações entre Mizael e Mércia em um período de um mês, a maioria foi dela para ele.

 

Deve ser ouvido ainda nesta segunda o flanelinha Bruno da Silva Oliveira - que reafirmou ao chegar ao fórum ter visto Mizael descer de um Kia Sportage prata no estacionamento do Hospital Geral de Guarulhos, e entrar em outro carro no dia do sumiço da vítima. Segundo disse hoje, estava se tornando costumeiro o ex-policial parar o veículo no local.

 

Além dele, também deve prestar depoimento a testemunha sigilosa Ômega, identificada apenas como a pessoa que estava na represa onde o corpo de Mércia foi encontrado e teria visto o crime.

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