IPTU progressivo reduz ociosidade

Em vigor há cerca de um ano, o IPTU progressivo começa a modificar a cara do centro. Essa legislação prevê que imóveis ociosos localizados na área central da cidade e em Zonas Especiais de Interesse Social (Zeis) paguem 15% a mais de imposto por ano. Se a propriedade continuar sem uso, a Prefeitura pode desapropriá-la em troca de títulos da dívida pública. Para evitar essas penalidades, donos de edifícios ociosos, como antigos hotéis, têm percebido que é mais vantagem encontrar uso para os imóveis.

O Estado de S.Paulo

19 Dezembro 2011 | 03h02

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