Investigador é suspeito da morte de advogada em Campinas

Rodrigo Brasil, investigado de polícia, é o principal suspeito pela morte da advogada Daniela Carvalho

25 de fevereiro de 2008 | 21h51

A Corregedoria da Polícia Civil de Campinas vai investigar a morte da advogada Daniela de Araújo Lima Carvalho, 24 anos, assassinada com um tiro no rosto no último domingo, 24. O principal suspeito de ter feito o disparo que matou a moça e feriu uma amiga da garota é o investigador de polícia Rodrigo Brasil, 29 anos. O policial trabalhava em São Paulo. Segundo informou o delegado seccional de Campinas, Paulo Tucci, o caso será investigado sob sigilo pela corregedoria. Brasil estava foragido até a tarde de segunda-feira, 25.  De acordo com informações da Polícia Civil, Daniela era ex-namorada do investigador, com quem teve um filho. O crime ocorreu em frente a casa da advogada, em Joaquim Egídio, distrito de Campinas. O mesmo tiro que atingiu Daniela acertou o braço de sua amiga. O suspeito teria fugido logo após fazer os disparos. Daniela e a amiga foram levadas ao Hospital Municipal Dr. Mario Gatti, onde morreu a advogada. Sua amiga passou por uma cirurgia. A polícia pediu para o nome da vítima sobrevivente não ser divulgado e informou que a garota ferida não corre risco de morte.  A morte de Daniela teria ocorrido após uma discussão. A advogada morava em Joaquim Egídio, mas era natural do Rio de Janeiro, onde foi sepultada segunda-feira, 25.

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