Inquérito do caso Yoki será levado para Justiça de SP

Autos foram entregues à Justiça em Cotia, nesta quinta-feira

Solange Spigliatti, estadão.com.br

15 de junho de 2012 | 10h39

São Paulo, 15 - O inquérito da Polícia Civil que apura a morte do executivo da Yoki, Marcos Matsunaga, ocorrida no dia 19 de maio, na zona oeste da capital paulista, será encaminhado, em caráter de urgência, para a Justiça de São Paulo, de acordo com determinação do juiz da Vara Criminal de Cotia, na Grande São Paulo, divulgada nesta quinta-feira, 14.

Para o juiz Théo Assuar Gragnano, como o crime de assassinato aconteceu na capital e apenas o crime de ocultação de cadáver foi praticado em Cotia, "os dois delitos são evidentemente conexos e, sendo assim, tem preponderância, na determinação da competência, o lugar da infração à qual for cominada a pena mais grave", afirmou o magistrado.

Elize Matsunaga, mulher do executivo, confessou o assassinato. Ela esquartejou o marido no apartamento do casal e jogou as partes do corpo em diferentes pontos de Cotia.

Segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo, o juiz determinou que os autos sejam encaminhados com urgência para São Paulo, uma vez que há pedido de prisão preventiva contra Elize Matsunaga pendente de apreciação. O inquérito policial, que foi entregue à Justiça nesta quinta-feira, em Cotia, ainda não havia chegado o Fórum Criminal da Barra Funda às 10h15 desta sexta, segundo o TJ.

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