Infraero julga 'prematuras' hipóteses sobre causa do acidente

Estatal afirma que é 'necessário aguardar as 'devidas investigações sobre o caso'

Pedro Henrique França, da Agência Estado,

18 de julho de 2007 | 14h11

Por meio de nota oficial, a Infraero, estatal que administra os aeroportos do País, informou nesta quarta-feira, 18, que são "prematuras quaisquer hipóteses" sobre o acidente com avião da TAM, já considerada a maior tragédia aérea da história do País, e afirma que é necessário aguardar as "devidas investigações sobre o caso".   Veja também: Lista das 186 vítimas do acidente O local do acidente Opine: o que deve ser feito com Congonhas?  Os piores desastres aéreos do Brasil A cronologia dos acidentes em Congonhas Conheça o Airbus A320 Galeria de fotos Assista a vídeos feitos no local do acidente Conte o que você viu e o que você sabe   Ainda na nota, a Infraero lamenta "profundamente" o acidente ocorrido no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, e manifesta solidariedade aos familiares e amigos dos passageiros, tripulantes e vítimas em terra, "colocando-se à disposição para o apoio que o momento requer".   A equipe de Corpo de Bombeiros conseguiu resgatar nesta quarta a caixa preta do avião, que pode trazer respostas mais concretas sobre o acidente. Ainda não há informações sobre o conteúdo.   Pelo menos 190 pessoas, entre 186 à bordo do avião e cerca de cinco mortos no solo, estão entre as vítimas da tragédia. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, 157 corpos foram resgatados do local e 63 foram examinados no Instituto Médico Legal. Nove vítimas, sendo sete passageiros e dois pedestres já foram identificadas.   A aeronave vinha de Porto Alegre, de onde decolou às 17h16, e tentou realizar o pouso às 18h46 na pista de Congonhas. Com a pista molhada, a aeronave não conseguiu realizar bem o pouso, tentou arremeter, mas colidiu com o prédio da TAM Express, que provocou a morte também de outras pessoas que estavam no local.  

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.