Informações contraditórias

DEMORA NA LIBERAÇÃO DE MEDICAMENTOS

O Estado de S.Paulo

27 Março 2012 | 07h40

Reclamo do descaso do governo do Estado de São Paulo em relação à liberação de remédios para a população. Uma senhora, conhecida minha, sofre de degeneração muscular nos dois olhos. Essa doença, se não for tratada devidamente, tem como consequência a perda total da visão. Ela conseguiu, após processo judicial, o direito de receber do governo o complexo vitamínico Vitalux Plus, que não é produzido no Brasil. A paciente recebeu o remédio até janeiro deste ano. No dia 15/2, ao ir retirá-lo na Unidade Dispensadora, foi informada de que ele estava em falta e que não havia previsão do retorno de seu fornecimento pela Secretaria de Estado da Saúde. Essa não é a primeira vez que isso acontece. No ano passado, por exemplo, outro medicamento para a mesma doença, o Ocuvite Lutein, também não foi entregue. Reclamei na Ouvidoria da Secretaria da Saúde, e a resposta sempre é a mesma: "Não há previsão de data para a entrega".

HUGO RAMALLO GALLARDO /SÃO PAULO

A Secretaria de Estado da Saúde esclarece que não houve desabastecimento do medicamento em questão na farmácia da Rua Tenente

Pena neste ano. Ressalta que irá apurar a conduta da profissional que informou sobre a falta do item em fevereiro, já que ele estava disponível. A paciente retirou os dois medicamentos no dia 19/3.

O leitor desmente: Os medicamentos deveriam ter sido fornecidos até o dia 15/3, no entanto, isso não ocorreu. Mas, após o juiz emitir uma multa diária para a Secretaria da Saúde, os remédios apareceram no dia 19/3 como num passe de mágica!

PACOTE EMBRATEL

Mau negócio

Fiz a portabilidade e comprei o telefone vendido pela Embratel, mas o aparelho esquenta muito quando em uso. Reclamei à empresa e a justificativa foi de que isso é normal. Agora o aparelho está sem campainha e para consertá-lo tenho de levá-lo a Guarulhos. O prazo para conserto é de 30 dias, por acaso isso é pegadinha da Embratel?

REGINA S. LOTTI / SÃO PAULO

O atendimento Claro Fixo informa que, após análise nos sistemas, foi constatado que o problema apontado pela cliente está relacionado ao aparelho. Solicita o envio dele a uma assistência técnica autorizada para que as correções necessárias sejam feitas. Estão à disposição os canais de comunicação da empresa: www.embratel.com.br/clarofixo, a Central de Atendimento pelo número 103-21 ou pelo *500, discando do próprio telefone Claro Fixo.

A leitora revela: O problema não foi solucionado e recebi a mesma resposta, quando entrei em contato com a empresa, de que devo levar o aparelho ao fabricante em Osasco (moro na zona sul); ficar 30 dias sem telefone, pois não posso usar qualquer aparelho a não ser que seja o da Embratel, comercializado no site; ou posso também comprar outro com 50% de desconto, dando o meu quebrado em troca. Em menos de um ano com o telefone, fazendo essa compra o meu custo ficaria em R$ 150 para obter outro aparelho de péssima qualidade. Provavelmente o telefone que comprei era recondicionado. Quanto a Embratel ganha nesta troca? Deve ganhar muito, pois ninguém fica 30 dias sem telefone e acaba comprando outro, não é mesmo? Quem vai dar um basta nesse tipo de transação?

COLETA DE LIXO

Serviço demorado

Na esquinas das Ruas Cônego Eugênio Leite, com as Ruas Gracindo de Sá e Luís Machado Pedro, os caminhões não estão recolhendo o lixo. Os resíduos, galhos folhas e outros materiais, acabam sendo coletados pelos garis. Mas há mais de 10 dias nada é recolhido! Com isso, estão jogando mais lixo, que, consequentemente, resulta no aumento da quantidade de ratos e baratas. Peço ajuda!

ROGER CAHEN / SÃO PAULO

A Subprefeitura Pinheiros informa que a limpeza no local foi feita no dia 22/3.

O leitor informa: É só o jornal entrar em contato com a Prefeitura para que seus funcionários passem "sebo nas canelas" e resolvam o problema. O lixo estava ali há mais de 10 dias e eu já tinha ligado várias vezes no 156.

DESPOLUIÇÃO DOS RIOS

Cadê o resultado?

O calor dos últimos dias serviu para que quem passasse pelas Marginais do Tietê e do Pinheiros percebesse que todo o dinheiro gasto na despoluição dos dois rios não serviu para nada. De longe, é possível sentir o cheiro de esgoto sufocando a cidade.

VICTOR G. PEREIRA / SÃO PAULO

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