Informações confusas

SEGURO DPVAT - 9 MESES PARA RECEBÊ-LO

O Estado de S.Paulo

06 de dezembro de 2012 | 23h49

Sofri um acidente de moto em 28/11/2010 e pedi ressarcimento de despesas médico-hospitalares via seguro DPVAT em março de 2012 (dentro do prazo de 3 anos para isso). Apesar da promessa de pagamento de tais despesas em 30 dias, não é assim que funciona. Após 30 dias de ter entrado com o processo pela seguradora Mapfre, recebi uma carta indicando que duas notas fiscais não tinham discriminação de serviços (mentira!). Depois de inúmeras idas e vindas na seguradora, não obtive sucesso e pedi a revisão das notas fiscais supostamente irregulares. Recebi então carta do DPVAT indicando que, além das duas notas, eu teria de apresentar outra dezena de documentos. Mas ao receber minha documentação em março, a analista disse que estava tudo certo. Agora que os documentos estão no Rio de Janeiro, sede das empresas (privadas) que cuidam do pagamento do DPVAT (público), eles ficam obstruindo o processo. Será incompetência ou má-fé? As empresas recebem o dinheiro delas assim que é dada a entrada no processo e depois deveriam repassar o dinheiro dos contribuintes do DPVAT e não o fazem.

ROGÉRIO DOS SANTOS GOZZI PEDRO / SÃO PAULO

A Seguradora Líder DPVAT, administradora do Seguro DPVAT no Brasil, informa que o reembolso de despesas médicas e hospitalares requisitado foi feito no dia 3/12. O prazo de 30 dias para o pagamento é contado a partir da data da entrega da documentação completa.

O leitor informa: O dinheiro foi depositado no dia combinado, porém o pagamento só foi possível graças à intervenção do jornal, pois eu estava implorando às seguradoras Mapfre/Líder desde abril. Tudo isso poderia ter sido evitado se levassem seus acidentados a sério.

TAXA DO CALL CENTER

'Facilidades' caras da TAM

No dia 25/11 meu filho tentou comprar uma passagem pela TAM, usando suas milhas, pagando R$ 40 de taxa de embarque. Por algumas horas, tentou o autosserviço da companhia, e chegou a ficar mais de 30 minutos pendurado ao telefone. Ligou então para o call center e perguntou se a passagem poderia ser comprada com a ajuda desse serviço. A resposta foi afirmativa, mas o valor final ficou em R$ 78. Ao questionar a atendente da TAM, soube que o call center cobrara taxa de serviço de R$ 38. Ora, para que serve o call center de uma empresa? Trinta e oito reais por 6 minutos de ajuda ao passageiro? Mais caro do que a consultoria de muitos estrelados! Acredito que a companhia dificulta ao máximo o autoatendimento, para então cobrar pela emissão da passagem. A Anac permite esse tipo de abuso?

SILVANA DESTRO / SÃO PAULO

A TAM, por meio do Fale com o Presidente, diz que entrou em contato com a sra. Silvana para explicar que, em toda venda assistida, seja de bilhetes pagantes ou emissão com pontos do programa TAM Fidelidade, realizada nas lojas da companhia, central de vendas ou agências de viagens, é cobrado o adicional de emissão, uma vez que as operações são feitas com o auxílio de um funcionário. Tal prática é usual no mercado e faz parte de uma política transparente de pagamento de comissão às agências de viagens. A companhia entende a insatisfação dela, mas esclarece que os funcionários informam o valor total do bilhete, já com as taxas inclusas. Caso deseje, elas podem ser detalhadas.

A leitora analisa: Cobrar pelo atendimento telefônico é uma desfaçatez permitida por uma agência reguladora que não regula nada.

OBRAS E BARULHO

Desconfiança com vistoria

Acredito que existe algum problema com a fiscalização da Prefeitura/Psiu. Ao menos com relação ao Portal da Prefeitura e os casos abertos. Tenho reclamado há 2 meses de barulho em obra, sem ter retorno. Tenho 2 protocolos no site da Prefeitura, todos sem encaminhamento. Fiz mais duas reclamações por telefone anteriores a estas e sumiram. Problema meu de não ter guardado o número dele, não? Reclamei na Ouvidoria e recebi retorno por e-mail com cópia à Coordenação de Praças em 24/10. Cobrei resposta, em vão. No melhor dos casos, uma falta de atenção ao contribuinte.

PAULO S. PALMÉRIO / SÃO PAULO

A Secretaria de Coordenação das Subprefeituras esclarece, por intermédio do Psiu, que dia 30/11 realizou vistoria no local e o responsável apresentou toda a documentação necessária para a execução da obra. O engenheiro foi informado das denúncias e orientado a tomar as providências necessárias para minimizar ao máximo os transtornos causados pelo ruído. Caso a solicitação não seja atendida, serão tomadas as medidas previstas na legislação.

O leitor responde: Por que não tomaram uma atitude antes e deixaram de responder às cobranças por mais de 3 meses?

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