Informação desencontrada

PROJETO BIKE SAMPA

O Estado de S.Paulo

16 Janeiro 2013 | 02h01

Em 30/11 apanhei uma bicicleta do projeto Bike Sampa e pedalei até o Parque do Povo, onde, supostamente, havia uma estação para deixá-la. Pelo menos é o que consta no mapa afixado nas bicicletas. Qual não foi minha surpresa ao constatar que ali não há estação alguma! Liguei na Bike Sampa e a atendente, com notável má vontade, disse que a estação mais próxima ficava na Vila Mariana. Eu tinha pressa, pois não moro em São Paulo e precisava pegar um ônibus fretado na marginal. Sem opção, deixei a bicicleta no parque. Em 3/12 fui ao parque e um segurança disse que a bicicleta tinha sido guardada; para liberá-la, eu teria de falar com a administradora do local e com a Bike Sampa. Liguei na Bike Sampa e, para minha surpresa, disseram que há, sim, uma estação próxima do parque. Ora, se a atendente tivesse sido mais bem treinada, o problema já estaria resolvido! Começou um jogo de empurra-empurra e nada de liberarem a bicicleta. Entrei em contato com o Itaú e disseram que fariam a retirada. Porém, quando o funcionário do Itaú chegou, o local estava fechado (disseram, ainda, que o Itaú não tinha "poder" para recolher a bicicleta). Para finalizar, disseram que, tão logo fosse recolhida, me ligariam para acertar o pagamento da locação. Não é justo!

GIORGIO CAPPELLI / JACAREÍ

A Bike Sampa informa que fez a retirada da bicicleta. Ciente do possível encargo financeiro, não será cobrado nenhum valor do leitor.

O leitor informa: Após muita dor de cabeça, o problema foi finalmente resolvido.

SABESP NÃO INFORMA

Falta de água constante

Moro na Chácara Santo Antônio e a falta de água é constante na Rua Dr. Joaquim de Carvalho. O problema ocorre, principalmente, das 17 às 9 horas, e por períodos de até três dias consecutivos. Imaginem os transtornos! Em momento algum essa situação foi informada ou justificada pela Sabesp.

ALVARO BENEDITO DE OLIVEIRA

/ SÃO PAULO

O superintendente da Unidade de Negócio Sul da Sabesp, Roberval Tavares de Souza, informa que o desabastecimento ocorreu por causa de dois vazamentos na Rua Capitão Otávio Machado e na esquina da Rua Antonio de Oliveira com a Rua Engenheiro Mesquita Sampaio. Para executar os reparos, houve a necessidade de interromper o abastecimento em 8/1.

O leitor reclama: Só não sei o que minha rua tem a ver com um vazamento na Rua Capitão Otávio Machado. E por que a Sabesp não avisou os moradores afetados sobre o problema?

PRECARIEDADE

Viaduto em más condições

O Viaduto Rangel Pestana está em péssimas condições para os pedestres. A calçada, muito estreita, tem postes que impedem a passagem e obrigam os pedestres a andar na rua, disputando espaço com carros e ônibus. Existe uma contenção de ferro que, em alguns pontos, está torta. Nas duas pontas do viaduto, o acesso para a calçada é péssimo, com um degrau muito alto, dificultando a vida de pessoas com restrição de mobilidade e idosos. Cadeirantes e pessoas com muletas não têm a menor possibilidade de circular por ali. E no trecho final do viaduto não há proteção lateral da grade que o acompanhe.

DANIEL L. SANTOS / SÃO PAULO

A Secretaria de Coordenação das Subprefeituras informa que a Subprefeitura Mooca incluiu a reforma do gradil do viaduto na programação de serviços. E a Secretaria de Infraestrutura Urbana programou vistoria para avaliar a calçada do viaduto.

O leitor comenta: A resposta é vaga. Não há qualquer informação sobre prazos para a reforma do gradil nem para a vistoria da calçada. A região é movimentada e é grande o risco de atropelamentos e acidentes.

AES ELETROPAULO

Cidade Dutra às escuras

Faço minhas as palavras do leitor sr. Clodoaldo Leite (São Paulo Reclama, ed. de 11/1, pág. C2). Cidade Dutra, Interlagos e Veleiros apresentam constantemente falta de energia. A resposta "cínica" da AES Eletropaulo, mencionando "densa arborização" e queda de galhos na rede, não convence. Aqui não precisa chover ou ventar. Num dia límpido e luminoso, ficamos sem luz. Como bem relata o leitor, o problema é de distribuição falha da energia. Ficamos, às vezes, até 12 horas sem energia. Descaso, inépcia e abuso!

SILVIA TAIOLI CORDEIRO

/ SÃO PAULO

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