Indústria aposta na exclusividade e nos detalhes

O mercado de cartões de Natal tem mudado para enfrentar a concorrência do e-mail. A exclusividade e a riqueza no detalhes são apostas para manter viva a tradição e os negócios.

O Estado de S.Paulo

02 de dezembro de 2012 | 02h06

Diretor comercial de uma das maiores fabricantes de cartões do País, Amaury Drapcynski conta que houve um aumento de 16% na produção de cartões em sua empresa entre o ano passado e este. Segundo ele, só houve queda nas vendas entre os cartões mais baratos, corporativos. "Mas entre os cartões pessoais não."

Entre os fabricantes, cartões como os de Natal são chamados de "expressão social". E o futuro deles está no requinte. "Ele tem de ser um pouquinho mais elaborado. Quero saber que a pessoa ficou tocada, ficou feliz por eu expressar o sentimento que tenho. Esse mercado está passando por uma inovação. Os cartões têm adereços, passam a ser um presente à parte", explica Drapcynski.

O diretor conta que o mundo corporativo busca "associações simpáticas" ao enviar a clientes cartões com a marca de entidades assistenciais, uma espécie de marketing social. "O volume de cartões da Unicef que atendem às empresas, por exemplo, tem crescido bastante." / W.C.

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