Índice de radiação ultravioleta chega ao extremo em SP

Falta de nuvens e sol forte fez nível de UV chegar ao 14; recomendações são usar protetor e ficar na sombra

Priscila Trindade e Solange Spigliatti, Central de Notícias

23 Fevereiro 2010 | 15h54

Sol forte e ausência de nuvens fizeram nível de UV chegar ao máximo. Foto: Werther Santana/AE
 
 Selo-Verao

SÃO PAULO - O índice de raios ultravioleta (UV) chegou ao máximo de uma escala que vai do 1 ao 14, no começo da tarde desta terça-feira, 23, na cidade de São Paulo, segundo informações do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (Cptec) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

 

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O índice chegou ao extremo devido ao sol forte e a ausência de nuvens por volta do meio-dia. Segundo a doutora em Física, Marcia Yamasoe, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da Universidade de São Paulo "é comum que o índice alcance valores altos no período das 12 horas, durante o verão". Nesses casos, a orientação é intensificar a proteção, permanecendo na sombra e com protetor solar, sendo indicado evitar o sol.

  

 

A escala que mede a radiação ultravioleta, segundo o IAG, vai de 1 a 14. De acordo com a divisão estabelecida pelo Cptec, o índice de raios UV é considerado baixo entre 1 e 2, quando as pessoas podem permanecer no sol sem problemas. Entre 3 e 5 ele é considerado moderado, e entre 6 e 7, alto. Nos dois casos, as recomendações são usar protetor solar, usar camiseta e boné ao sol e procurar sombras. Entre o índice 8 e 10, ele é considerado muito alto. Por volta das 10h30, a capital paulista registrou o índice 10 de radiação ultravioleta.

 

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