Indenização não resolve

Há 2 anos meu filho e sua esposa foram trabalhar na Suíça e acharam mais seguro deixar seus títulos de eleitor comigo. Em abril deste ano pediram que eu os enviasse, pois queriam fazer a transferência do endereço eleitoral a tempo de votar em outubro. Enviei-os em carta registrada no dia 19/4, mas, como após 3 semanas ainda não haviam recebido a encomenda, reclamei nos Correios. Passadas algumas semanas, responderam que ainda não haviam conseguido rastrear o paradeiro da carta. A essa altura, tinha vencido o prazo para transferir o endereço eleitoral. Após a 3.ª reclamação, recebi a resposta de que os Correios assumiam o extravio dos documentos e que eu aguardasse contato para a devida indenização, no valor da postagem (R$ 9,15). São de conhecimento público as inconveniências decorrentes de situação eleitoral irregular, principalmente para quem depende de passaporte e vistos. Creio que o erro ortográfico na mensagem que consta no rodapé do canhoto de garantia, "Correios a 40 anos-levando o Brasil para frente" (sic), já denuncia a falta de seriedade e a irresponsabilidade do serviço. ÁGATA TINOCO / SÃO PAULO

, O Estado de S.Paulo

21 Dezembro 2010 | 00h00

A Central de Atendimento aos Clientes dos Correios diz que o cálculo da indenização é feito com base nas informações presentes no comprovante de postagem. Por se tratar de correspondência classificada como Documento Prioritário, a indenização corresponde ao preço postal mais o valor do seguro automático, totalizando R$ 39,15.

A leitora lamenta: Não considero o problema resolvido. Não aceitei os R$ 39,15, tendo em vista a série de transtornos que o extravio dos documentos irá causar.

SERVIÇO MALFEITO

Tapa-buraco

Há tempos observo o descaso com que a Prefeitura trata o bairro do Panamby, na zona sul da cidade. Começa pelo estado lastimável do asfalto na Av. Major Sylvio de M. Padilha. E, na Rua Dona Helena Pereira de Morais, não só o asfalto é de péssima qualidade e está todo esburacado, como a iluminação é deficiente. Há praticamente 1 ano houve um acidente na rua e dois postes foram derrubados. O descaso é tanto que até hoje eles não foram repostos.

JOSÉ VALTER M. DE ALMEIDA / SÃO PAULO

A Subprefeitura Campo Limpo informa que equipes de tapa-buraco estiveram no bairro Panamby realizando serviços de manutenção das vias. A Secretaria de Serviços acrescenta, por meio do Departamento de Iluminação Pública (Ilume), que uma equipe de manutenção esteve na Rua Dona Helena Pereira de Moraes e recolocou os quatro postes no dia 13/12, normalizando a situação da via. Ressalta a importância da população na realização de denúncias pelo telefone 156, em praças de atendimento das subprefeituras ou pelo site (http://sac.prefeitura.sp.gov.br).

O leitor diz: Precisou da interferência do Estadão para que alguma providência fosse tomada. Embora, de fato, alguns buracos tenham sido tapados, as vias citadas continuam em situação deplorável. O correto seria refazer todo o asfalto.

LIVRE EMBRATEL

Telefone com defeito

Comprei um aparelho (Huawei C2610s) da Embratel, com o intuito de pedir a portabilidade da Telefônica. Recebi o aparelho no dia 27/10 e o coloquei para carregar, conforme as instruções. Mas, depois de 30 minutos de desligá-lo da tomada, o telefone descarrega. Tentei por diversas vezes falar com alguém da Embratel pelo telefone e por e-mail. Não obtive resposta do e-mail e, no telefone, só fico ouvindo música e a mensagem de que todos os atendentes estão ocupados. A primeira parcela do aparelho já foi paga no meu cartão. A solução (trocar o aparelho) seria simples, se alguém da Embratel me atendesse.

CLAUDIA ROBERTA S. DOS ANJOS / SÃO PAULO

O Atendimento Livre da Embratel informa que, após análise técnica, foi constatada a necessidade de troca do aparelho. A entrega do novo equipamento foi agendada e o caso será acompanhado com prioridade.

A leitora revela: A empresa disse que o telefone viria até 13/12, mas não chegou até hoje.

PERIGO IMINENTE

Queda de árvore

Há cerca de 3 meses enviei fotos de uma árvore da Rua Alemanha, que está condenada. Todo o processo de avaliação e aprovação da remoção da árvore, na Prefeitura e na Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, foi concluído e publicado no Diário Oficial há mais de um mês. Mas ninguém apareceu e, com as chuvas, tudo piora.

ROSÁRIA CUNHA / SÃO PAULO

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