Imagem do abandono

ESCOLA PÚBLICA

O Estado de S.Paulo

04 de maio de 2012 | 03h02

O mato e a sujeira tomam conta da Escola Estadual Angelo Mendes de Almeida, no Jardim Oriental. Há sinais de que os próprios alunos consomem bebidas e drogas dentro do colégio. A sujeira é visível logo na entrada, onde o terreno está tomado pelo mato. Praticamente todas as portas estão quebradas, assim como os vidros das janelas. Há pichações nas paredes e os banheiros são a imagem do descaso e da sujeira. Por diversas vezes há corte de água por causa da quebra dos canos. Alunos e moradores da região entram e saem da escola com facilidade pelos muros laterais à quadra esportiva, o que favorece o vandalismo e o consumo de drogas. Durante as aulas não é difícil encontrar alunos sentados nos corredores.

RENATA OLIVEIRA / SÃO PAULO

A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo informa que estão sendo tomadas as providências necessárias para aprimorar a infraestrutura da escola citada, a fim de melhorar a segurança do prédio. A unidade foi vistoriada pelo órgão responsável e será reformada. A obra deve ser iniciada em 30 dias e concluída em 6 meses. Será feita uma revisão no sistema de videomonitoramento. A Diretoria Regional de Ensino Sul 1 solicitou o reforço da Ronda Escolar pela PM. Esclarece que não há registro de uso de substâncias ilícitas na escola, mas as denúncias estão sendo averiguadas. A instituição conta com 5 agentes que monitoram os alunos na entrada e saída das aulas e durante os intervalos. Em relação à poda do mato, a direção informa que o serviço é realizado periodicamente.

A leitora comenta: A realidade é outra. Os alunos usam drogas dentro da escola e os professores são ameaçados constantemente.

TELEFÔNICA

Sem linha desde fevereiro

Estou com o telefone mudo desde 20 de fevereiro, sem saber quando ele voltará a funcionar. Há um histórico de reclamações na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e eles deram o caso como encerrado, com a promessa de solução para 30 de março. Creio que o processo deveria ser considerado concluído somente após a solução definitiva do problema. Não sei o que é pior: a cara de pau da Telefônica ou a Anatel aceitar como solucionado um problema que persiste desde fevereiro. O detalhe é que, apesar de não haver linha, na conta aparecem várias ligações para números de celulares desconhecidos. Como se explica isso?

SANDRA APARECIDA STRINGHINI / MAIRINQUE (SP)

A Telefônica não respondeu.

A leitora relata: O telefone continua mudo, porém as cobranças continuam a chegar.

BROOKLIN PAULISTA

Delimitação proibida

Minha vida virou um tormento depois da instalação de uma empresa na rua onde eu moro. A empresa fica na Rua Brejo Alegre, n.º 450, no Brooklin Paulista. Tenho 65 anos e moro aqui há mais de 40 anos! Os funcionários param os carros grudados à minha porta da garagem, dificultando a saída. Eu não consigo nem abrir a porta do veículo para trancar o portão de casa por falta de espaço! O que posso fazer? A CET não poderia delimitar em amarelo um espaço para eu poder entrar e sair da garagem com tranquilidade?

CLÁUDIA BEZERRA DE MENEZES

/ SÃO PAULO

A Rua Brejo Alegre é uma via local com cerca de 7 metros de largura, baixo fluxo veicular e proibição de estacionamento de caminhões nos dois lados. O tipo de sinalização solicitada - linha amarela no

portão de saída de imóvel particular - não é utilizada pela CET nem está prevista pelo Código de Trânsito Brasileiro. Não há necessidade de mudar a sinalização.

A leitora comenta: Infelizmente, quando um agente da CET veio à rua verificar o problema, eu não estava, por isso não pude explicar o que realmente ocorre. Enfim, vou continuar sofrendo cada vez que tiver de sair da garagem.

FALTA DE VARRIÇÃO

Rua e calçada sujas

A Rua Engenheiro Jorge Oliva não tem merecido a atenção da Subprefeitura Jabaquara, tanto com relação à situação dos viciados jogados nas calçadas quanto com relação à mais básica função de limpeza, a varrição.

MARCOS IGNACIO / SÃO PAULO

A Subprefeitura Jabaquara informa que a retirada de materiais depositados irregularmente na calçada da Rua Engenheiro Jorge Oliva, Vila Mascote, é feita diariamente pelas equipes de limpeza desta subprefeitura. Já a varrição dos passeios é feita pelo proprietário do imóvel.

O leitor indaga: E quando o proprietário do imóvel, como é o caso, é a Sabesp? Quer dizer que ninguém vai varrer, certo?

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