Igrejas fazem pregação

Nem só de música, política e afirmação de direitos se faz uma Parada Gay. Algumas igrejas evangélicas que se autodenominam inclusivas levaram à Paulista e à Consolação bandeiras e material de divulgação para tentar conquistar novos fiéis.

O Estado de S.Paulo

11 de junho de 2012 | 03h03

O presbítero Abraão Santos, da Igreja Cristã Evangelho Para Todos, afirma que a Parada Gay é um dos maiores pontos de evangelização da instituição. "Temos de ser luz e a luz só funciona no escuro, em lugares onde as pessoas estão perdidas, sem o amor de Jesus", disse.

O missionário Eduardo Silva, da Igreja Apostólica Nova Geração em Cristo, conta que há dois anos vai à Parada para evangelizar e ontem estava em um grupo de dez pessoas. "O amor de Deus é para todos e a diversidade sexual é uma bênção de Deus", disse. lembrando que os cultos são abertos. / J.D.

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