Ida dos Nardoni à reconstituição será decidida no 'horário limite'

Foram convocados pela polícia o pai e a madrasta de Isabella, além de cinco moradores do edifício London

Carolina Freitas, da Agência Estado

25 de abril de 2008 | 21h04

Os advogados de defesa de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá decidirão sobre a ida de seus clientes à reconstituição da morte de Isabella Nardoni, de 5 anos, "no horário limite" antes do procedimento da Polícia Científica, afirmou nesta sexta-feira, 25, um dos três defensores da família, Rogério Neres de Sousa.   Alexandre e Anna Carolina, pai e madrasta da menina, são os únicos indiciados pela morte de Isabella, que foi asfixiada e jogada do 6º andar do edifício London, na zona norte de São Paulo, em 29 de março. A reconstituição do homicídio acontece na manhã de domingo (27). Foram convocados pela Polícia os dois suspeitos e cinco testemunhas do caso, moradores do London. A Constituição Federal garante aos convocados o direito de não comparecer e não participar dos trabalhos.   Neres de Sousa negou a notícia veiculada hoje à noite por uma emissora de televisão, de que a defesa teria anunciado que o casal não vai à reconstituição. "Não há nenhuma decisão tomada até o momento", disse. "Por uma questão estratégica, para que os nossos trabalhos não sejam prejudicados, não anunciaremos qualquer decisão antes de domingo."

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