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Ibirapuera é o 8º melhor parque do mundo

Espaço da capital paulista ficou em 1º lugar entre áreas verdes avaliadas na América do Sul

Luiz Fernando Toledo, O Estado de S. Paulo

17 de junho de 2014 | 22h42

SÃO PAULO - Mais uma vez o Parque do Ibirapuera foi considerado o melhor da América do Sul por usuários do site TripAdvisor, no prêmio Traveller’s Choice 2014. O parque da zona sul de São Paulo recebeu 6.098 avaliações de viajantes em um dos mais conhecidos portais de turismo do mundo, mais da metade como “excelente”. 

Na categoria “mundo”, o Ibirapuera ficou em oitavo lugar. Em primeiro, o Parque de Stanley, no Canadá. O Brasil ficou à frente de pontos famosos como o Parque do Retiro, em Madri, o Jardim de Luxemburgo, em Paris, e o Jardim Botânico de Cingapura. O site está presente em 41 países.

É o segundo ano da premiação, que também prestigiou parques como o Mangal das Garças, em Belém, e Moinhos de Vento, em Porto Alegre. 

O TripAdvisor usou um algoritmo que levou em conta a quantidade e a qualidade das avaliações para pontos turísticos e parques de todo o mundo, durante o período de um ano. 

O ambientalista Ricardo Cardim concordou com a escolha e apontou os motivos. “O Parque do Ibirapuera se tornou a ‘praia’ da maior cidade brasileira. É interessante ver gente de todos os lugares da cidade, mesmo os que moram mais longe”, disse.

Para ele, assim como a diversidade cultural, o parque é único em sua área verde. “É uma área singular na cidade. Mistura grandes gramados, ao mesmo tempo uma grande diversidade de espécies de árvore e bosques”, afirmou. 

Cardim disse que o Ibirapuera abrange árvores de diferentes partes do mundo. “Todos os continentes estão representados na vegetação.” O ambientalista afirmou que conhece todas as árvores do Ibirapuera de cabeça. “Os eucaliptos, no Portão 7, são os mais velhos. Foram plantados no comecinho do século passado. O pomar das jabuticabeiras tem quase cem anos. É a parte mais velha do parque”, explicou. Ele também lembrou que os eucaliptos podem chegar a até 50 metros de altura. 

Sentimento. Além do valor ambiental, o parque tem laços sentimentais com os paulistanos. Logo nos primeiros meses de vida, a advogada Patrícia Diez, de 45 anos, conheceu o Ibirapuera, que frequenta até hoje. “Meu primeiro passeio foi lá, ainda bebê. Sempre morei em Moema, perto do parque”, disse ela, que vive a dez minutos da área. 

Visual chamativo, vegetação e aspecto bem cuidado são atrativos que fizeram da visita ao parque uma rotina, com caminhadas de Patrícia aos sábados. “Tenho isso como um hábito. É o lugar onde eu ainda posso andar com segurança e tranquilidade”, contou a advogada.

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