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Hotel Fasano é eleito o 14º melhor do mundo

Escolha foi feita por leitores da revista 'Condé Nast Traveller', Bíblia do setor turístico; unidade também é a mais bem colocada da América

, O Estado de S.Paulo

22 de outubro de 2010 | 00h00

Durante um ano, Caetano Veloso fez do hotel sua residência paulistana. Naomi Campbell sempre se hospeda ali. Bebel Gilberto também. A lista de celebridades é extensa, mas quem elegeu o Fasano de São Paulo o 14.º melhor hotel do mundo em 2010 foram os leitores da revista americana Condé Nast Traveller, espécie de Bíblia do setor turístico.

O ranking de cem nomes é elaborado anualmente. Pela primeira vez na lista, o Fasano também foi considerado o melhor da América Latina.

"O que mais me deixa satisfeito é que a premiação não depende de indicação, curadoria ou de bom relacionamento", afirma Rogério Fasano, que abriu o hotel há sete anos. A versão carioca veio quatro anos depois, em 2007. A próxima é a de Punta del Este, no Uruguai, em fase de finalização. A data prevista para a inauguração é 26 de dezembro.

Com 60 quartos, o Fasano de São Paulo não é um hotel de grande porte. O Copacabana Palace, por exemplo, que entrou no ranking da Condé Nast Traveller em 2006, tem 243 quartos, entre apartamentos e suítes. A unidade carioca do Fasano, instalada no endereço mais nobre do Brasil, a Avenida Vieira Souto, em Ipanema, tem 88 apartamentos, e a de Punta vai ter, inicialmente, 24.

O hotel fica no coração dos Jardins, bairro nobre da zona sul da cidade, e cobra por uma diária entre R$ 1.200 e R$ 4.400.

"O hotel merece o reconhecimento internacional. O Rogério Fasano tem feito um belíssimo trabalho. Desejo a eles uma vida tão longa quanto a do Copa", diz Cláudia Fialho, diretora de relações-públicas da empresa Orient Express, que representa o Copacabana Palace.

Grife. Tornado uma grife no Brasil graças a uma bem sucedida história na gastronomia, o nome Fasano está associado a restaurantes de alta culinária há mais de 100 anos. O primeiro Fasano foi inaugurado em 1902. Fechou as portas, abriu de novo, fechou e reabriu da última vez em 1982, em um casarão estilizado na Rua Haddock Lobo. Em 1995, a família inaugurou, quase na frente, o Gero. Mais informal mas tão prestigioso quanto o Fasano, o Gero também ganhou uma versão carioca, em Ipanema. Depois veio o Parigi, na Rua Amaury, no Itaim-Bibi, zona sul, com o mesmo padrão estelar.

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