Horto abandonado

Horto abandonado

O Horto de São Vicente está abandonado. As construções estão desmoronando e os animais do zoológico são maltratados. O "cercadinho" para os avestruzes está com mato alto e não dá para vê-los. O lago parece um brejo. Os brinquedos instalados podem causar acidentes. Leões, tigres e hipopótamos sofrem pela indiferença do poder público. Não há nenhum tipo de controle de acesso, além de alguns guardas da prefeitura. No site diz que há um museu, mas não o encontrei.

, O Estadao de S.Paulo

27 Março 2010 | 00h00

CARLOS ALBERTO QUIROGA / SÃO VICENTE

A técnica do Setor de Fauna do Ibama-Santos, Milena Nepomuceno de Oliveira, diz que o Zoológico Municipal de São Vicente foi vistoriado e as adequações devem ser feitas no manejo dos animais. Diz que o local atende aos requisitos exigidos pela legislação para funcionar e que as adequações são verificadas conforme os prazos estabelecidos na vistoria de 10/12/09. Os avestruzes foram transferidos para um criadouro, enquanto o antigo recinto é reformado. Informa que não há nenhum tigre, mas um casal de onças e 5 leões. O parque de diversões e o museu não são de responsabilidade do zoológico.

A prefeitura de São Vicente informa que está prevista uma reforma completa no Horto Municipal, desde o ano passado, com recursos do Ministério do Turismo (R$ 741 mil) e investimentos em saneamento pela Sabesp. A Secretaria de Turismo de São Vicente aguarda a liberação da verba, que está sob análise da Caixa Econômica Federal. Informa ainda que será feita uma trilha ecológica no Morro do Voturuá, que está recebendo pontes e escadas de segurança. A direção do Horto esclarece que os animais são bem tratados, que os avestruzes não estão no recinto há um ano e que não há tigres no local.

CICLISTAS

Perigo na ciclovia

Trabalho num prédio em frente à Estação Vila Olímpia, que é uma das entradas da ciclovia na Marginal do Pinheiros. Um dia vi que um ciclista se assustou com dois carros da Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae), que trafegavam na ciclovia para "cortar" caminho. A Emae patrocinou a construção da via, mas se esqueceu de orientar seus funcionários.

ANA GUIMARÃES / SÃO PAULO

O Departamento de Comunicação e Gestão Empresarial da Emae esclarece que a estrada de serviços que margeia o Rio Pinheiros é compartilhada com outras empresas que possuem equipamentos e instalações ao longo da margem. Explica que desde 27/2 essa estrada de serviço teve uma das faixas de rolagem reservada para o tráfego exclusivo de bicicletas. Infelizmente, a ausência de mais informações impede a apuração mais precisa dos fatos relatados. Acrescenta que intensificará as campanhas que orientam os motoristas que trafegam no local.

ANIMAIS DE RUA

Desrespeito no Metrô

Em 15/3, na Estação Tucuruvi, por volta das 6 horas, vi um guarda chutando um cachorro que estava abrigado na porta do Metrô. Disse que aquilo era uma covardia e ele me respondeu que era para eu sair da estação para conversar com ele de perto, além de falar palavras de baixo calão. Perguntei o nome dele, que me respondeu que era "da lei". Só se for a lei da ignorância!

SOLANGE A. / SÃO PAULO

O Metrô esclarece que não é permitido o acesso ou a presença de animais nas estações. Contudo, tal proibição não justifica o tratamento dispensado ao animal nem o desrespeito em relação à passageira. Após investigação sobre a ocorrência, a empresa contratada, responsável pela segurança patrimonial do Terminal Tucuruvi, foi comunicada do fato e todos os funcionários foram alertados quanto aos princípios de cordialidade necessários nas abordagens feitas aos usuários da estação. Informa que o vigilante envolvido na ocorrência foi afastado.

DECOLAR.COM

Burocracia para reembolso

Em junho do ano passado comprei um pacote para Paris pela Decolar.com. Iria viajar em novembro, mas tive uma doença infectocontagiosa. Pedi o cancelamento com isenção de multa e enviei os documentos à empresa, para comprovar o motivo. Mas só recebi R$ 2.085 dos R$ 3.053 pagos. Entrei em contato com a TAP e soube que os bilhetes estavam em aberto. Tento falar com a empresa desde fevereiro, sem sucesso. Ninguém atende o telefone no setor de reembolso.

MARIA RITA RODRIGUES CALIL / SÃO PAULO

A Decolar.com responde que a equipe entrou em contato com a cliente esclarecendo os procedimentos adotados no reembolso.

A leitora comenta: Pediram os laudos médicos, pois alegaram que não os receberam. Reenviei-os com os e-mails encaminhados na época do cancelamento. Até agora não tive nenhum retorno e ninguém atende o telefone no setor responsável.

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.