Horário de verão adianta os relógios em 1 hora

O horário de verão vigora desde zero hora deste domingo nos Estados das Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste - onde os relógios devem ser adiantados em uma hora. A mudança vale até zero hora de 16 de fevereiro.

O Estado de S.Paulo

20 de outubro de 2013 | 03h04

De acordo com o secretário de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia, Ildo Grüdtner, com o horário de verão os Estados conseguem reduzir o consumo em 0,5%, além da demanda por energia no horário de pico, entre 19h e 21h. Segundo ele, os ganhos com o horário de verão têm sido semelhantes nos últimos anos. "Em termos porcentuais, a demanda costuma cair entre 4,5% e 5%, e o consumo, em média, 0,5%."

Trata-se da 38ª edição do horário de verão e a economia prevista pelo governo federal é de 2.065 MW no Sudeste e no Centro-Oeste, enquanto na Região Sul a diminuição deve ser de 630 MW. Ao todo, 11 Estados adotam a mudança proposta pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). A medida terá duração total de 119 dias.

A previsão é de que seja feita uma economia de R$ 400 milhões - sobretudo com a redução no uso de usinas térmicas. O valor é mais que o dobro do apurado em 2012, quando o horário de verão diminuiu os gastos em R$ 160 milhões. Além disso, as empresas de geração e transmissão evitam investimentos da ordem de R$ 4,6 bilhões. / ANNE WARTH

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