Hiper-realismo já chama a atenção nos desenhos

Mesmo sem equipamentos de última geração, os retratos falados já chamam a atenção atualmente pela forma "fiel" com que mostram as feições de criminosos. Um dos exemplos mais recentes foi o da prisão de Alex Alcântara de Arruda, de 22 anos, acusado de matar a assistente administrativa Daniela Nogueira de Oliveira, de 25 anos, grávida de oito meses, em 8 de janeiro.

O Estado de S.Paulo

17 de fevereiro de 2013 | 02h04

A polícia prendeu o suspeito após um retrato falado muito parecido com o rosto de Arruda, feito por Tamara de Souza Andrade, do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic). "Impressionante mesmo foi o depoimento da testemunha. É muito raro pegar uma pessoa com tanta capacidade de descrever um suspeito. Ele conseguiu dar detalhes, mesmo o crime tendo sido à noite. Captou de traços comuns a características muito importantes", diz Tamara.

Mesmo com banco de imagens e tecnologia, ela conta que é preciso talento para fazer um bom retrato. "Não é só colocar o olho, o nariz. Tem a textura, as noções de anatomia. E a testemunha vai olhar o resultado final e dizer se é parecido ou não." / W.C.

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