Haddad vai mudar empresas que fazem varrição de rua

Principal mudança será a transferência para as companhias do serviço de limpeza de galerias pluviais, hoje feito por subprefeituras

Bruno Ribeiro, O Estado de S. Paulo

14 de outubro de 2014 | 12h34

SÃO PAULO - A Prefeitura de São Paulo publicou nesta terça-feira, 14, edital para trocar as empresas que fazem varrição dos mais de 35 mil quilômetros de ruas da capital paulista. A expectativa é de que o processo esteja concluído até dezembro.

Segundo o secretário municipal de Serviços, Simão Pedro, uma das principais mudanças será a transferência para as empresas do serviço de limpeza das galerias pluviais - que hoje é feito pela subprefeitura de cada distrito.

"As empresas faziam só a limpeza da boca de lobo. A subprefeitura fazia a limpeza da galeria em outra data. Agora, esses serviços vão ser planejados em conjunto", disse o secretário. 

Outra mudança prevista no edital é que as novas empresas também assumirão a poda do mato de canteiros centrais e viadutos e terão de fazer operações cata-bagulho a cada quinzena. Hoje, a previsão é de cata-bagulhos apenas quatro vezes ao ano.

O novo contrato tem custo previsto de R$ 829 milhões por ano e prazo de três anos. O contrato atual, com menos serviços, custa R$ 840 milhões - ele foi herdado da gestão anterior e renovado pela gestão Haddad até a conclusão da nova licitação. Simão Pedro diz que o valor baixo é resultado das planilhas feitas pela Prefeitura.

Coleta seletiva. O secretário de Serviços comentou a nova licitação durante evento nesta manhã no Tucuruvi, na zona norte, para marcar a ampliação da coleta seletiva para mais dez distritos. Com as novas ampliações, 83 distritos passam a ter coleta seletiva - 40 deles em todas as ruas. A meta é universalizar a coleta seletiva da cidade até 2016.

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