Guarulhos: prefeito reclama da poluição gerada pelos aviões

Prefeito de Guarulhos, Sebastião Almeida (PT) acha que ter um aeroporto na cidade não são só flores. "Tem o lado bom de reforçar a economia, criar empregos e serviços, mas tem também o lado ruim. Você ganha um vizinho que incomoda um pouco, faz barulho, polui. O querosene queimado pelos aviões acaba sendo respirado por toda a população", afirma.

O Estado de S.Paulo

21 de maio de 2012 | 03h03

Almeida já tentou diversas vezes fazer com que as empresas que operam em Cumbica e a Infraero paguem uma taxa pela poluição gerada. "Do mesmo jeito que se paga taxa de turismo em algumas cidades, gostaria que o aeroporto pagasse uma taxa para o fundo de meio ambiente da cidade, que usaríamos no plantio de árvores", diz. O Ministério Público Estadual (MPE), a pedido da prefeitura, chegou a abrir inquérito contra as 42 empresas que atuam no aeroporto, mas a maioria foi indeferida em primeiro grau.

Sobre um terceiro aeroporto para concorrer com Cumbica, Almeida é reticente. "Construir aeroporto é fácil, o problema é viabilizá-lo. Eu defendo que São Paulo precisa é ampliar os aeroportos que já tem." / N.C. e A.R.

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