Guarujá enfrenta congestionamento de guarda-sol no último domingo de 2013

Milhares de banhistas enfrentaram congestionamento nas rodovias que dão acesso ao litoral para aproveitar os últimos dias do ano na praia

Bárbara Ferreira, O Estado de S. Paulo

29 Dezembro 2013 | 15h38

GUARUJÁ - As praias do Guarujá ficaram lotadas no último fim de semana de 2013. Milhares de turistas enfrentaram filas e trânsito para aproveitar os últimos dias do ano perto do mar.

Lotação. Mesmo com o tempo encoberto os turistas chegaram cedo à praia neste domingo, 29. Por volta das 9 horas da manhã, a praia de Pitangueiras, no Guarujá, no litoral sul, já tinha um "mar" de guarda-sóis. Às 11 horas não havia mais espaço para andar na areia.

Jessica Becker, de 28 anos, saiu de madrugada com a família de Campinas para aproveitar o domingo no Guarujá. "A previsão do tempo era de chuva, mas apostei, pela segunda vez neste ano, em vir para a praia mesmo com chuva. Encontrei sol nas duas ocasiões", comemora. "Pode chover à tarde, mas vamos aproveitar faça chuva ou faça sol."

Quem resolveu sair cedo da capital enfrentou trânsito na Imigrantes. O congestionamento ia do km 27 até a praça de pedágio por volta das 8 horas e se estendeu pelo resto da manhã. Depois desse trecho, a via estava livre.

Nas cidades as filas eram grandes nas padarias para comprar pão e o trânsito local começou a ficar lento a partir das 11 horas. Na praia, para garantir um lugar, muitos turistas chegavam sozinhos para guardar o lugar da família. Foi o caso do promotor de justiça Luiz Gustavo Jóia de Melo, de 47 anos, que saiu do condomínio onde alugou o apartamento para a temporada de ano-novo, no Guarujá, para reservar um lugar na areia. "O resto da família ainda está no apartamento terminando de arrumar as coisas ainda", afirmou.

Os condomínios na região contratam funcionários durante todo o ano para carregar as cadeiras dos donos dos apartamentos. Antonio Borges, de 50 anos, trabalha há 20 anos na função. "A gente arruma as cadeiras, costura e conserta. No condomínio onde eu trabalho cerca de 130 apartamentos têm quatro cadeiras cada, fora os guarda-sóis", explica.

Debaixo do guarda-sol e das tendas, o turista se escondia do sol e do mormaço. A funcionária pública Silva Nete, de 41 anos, se divertiu na manhã deste domingo com a filha Júlia, de 6 anos. "Vai ano, vem ano e o castelinho de areia é a brincadeira que não pode faltar na praia. As crianças adoram e o melhor é que dá para fazer isso na sombra."

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