Guardas civis negam ter recebido liminar para encerrar greve

TJ determinou na sexta-feira que paralisação seja suspensa; na terça, categoria tenta acordo com Prefeitura

Priscila Trindade, Central de Notícias

31 de agosto de 2009 | 19h58

O presidente Sindicato dos Guardas Civis Metropolitanos da cidade de São Paulo (Sindguardas), Carlos Augusto Sousa Silva, disse que até as 19h23 desta segunda-feira, 31, a diretoria não havia sido informada oficialmente sobre a liminar concedida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo que suspende a greve dos GCMs, iniciada na última terça-feira, 25.

 

Nesta segunda, a primeira greve feita pelos guardas civis entrou no sétimo dia e os profissionais se reuniram mais uma vez em frente à Prefeitura de São Paulo para cobrar aumento salarial e melhores condições de trabalho.

 

Segundo o TJ-SP, a liminar aprovada na última sexta-feira, 28, pelo desembargador Roberto Antonio Vallim Bellocchi, estabelece multa diária de R$ 100 mil ao Sindguarda e à Associação Paulista dos Integrantes e Funcionários das Guardas Municipais em caso de descumprimento da decisão.

 

Nesta terça-feira, 1º, os GCMs encontram-se com representantes da Prefeitura durante uma audiência de conciliação no Tribunal Regional do Trabalho (TRT).

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.