Luiz Fernando Toledo
Luiz Fernando Toledo

Guarda metropolitana fará teste com drones em SP

Quinze kits de câmeras e cinco drones foram doados por empresas chinesas; testes começam em maio

Luiz Fernando Toledo, O Estado de S.Paulo

24 Abril 2017 | 17h46

SÃO PAULO - O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou que a Guarda Civil Metropolitana (GCM) da cidade vai atuar com câmeras de videomonitoramento e drones para impedir a ação de criminosos e, com a Defesa Civil, monitorar áreas de risco na cidade. 

O município recebeu, por meio de doação da iniciativa privada, cinco drones e 15 kits com câmeras - os kits têm, cada um, uma câmera que será instalada na viatura e outra que  ficará na roupa dos agentes para ações a pé. A GCM tem hoje 5,8 mil agentes. A previsão é que os equipamentos comecem a ser usados no dia 15 de maio. 

A ideia é que inicialmente seja feita uma fase de testes, para que os agentes saibam como lidar com o equipamento e, depois, estudar a possibilidade de expandir o estoque. As informações nos vídeos poderão ser compartilhadas com as polícias militar e civil.

As câmeras, que custaram cerca de R$ 650 mil, foram doadas pela fabricante chinesa Dahua Technology, em parceria com a empresa PGIDB. Além disso, a companhia Airobotics doará R$ 150 mil em serviços de suporte e consultoria, para capacitação operacional dos agentes municipais e também apoio estratégio. 

Há dois tipos de drone: o maior, da Dahua, é fabricado em fibra de carbono ultraleve, pesa cerca de  três quilos e tem capacidade de voar sob temperaturas extremas, de - 20 º C a 60º C, em velocidade de até 54km/h. As câmeras são de alta definição. Os outros quatro drones, menores, são da marca chines DJI e pesam 1,3kg cada. Podem voar por até 30 minutos com a bateria que têm e gravam em resolução 4K. 

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.