Grupo visa empresas e políticos

Se comprovado, este será o primeiro atentado assumido pela Frente de Liberação da Terra (FLT) no Brasil. Entretanto, o grupo já existe há quase duas décadas e é famoso por sua atitude extremista direcionada ao patrimônio de políticos e empresários considerados anti-ambientais pelo movimento.

, O Estado de S.Paulo

24 de junho de 2010 | 00h00

Sua fundação ocorreu em 1992, na Inglaterra, e, desde então, a FLT foi responsável por centenas de ações em pelo menos 17 países, como Austrália, Colômbia, Suécia, Itália e Estados Unidos - país onde vários ativistas cumprem pena pelos atentados. Em 2002, o FBI a classificou como "grupo terrorista doméstico" de alta periculosidade.

As ações da FLT normalmente envolvem destruição de patrimônio privado, como a queima de utilitários esportivos - como os Land Rovers - e condomínios de luxo, e a explosão de torres de celulares, caixas de banco e estações de ski. Apesar da atuação internacional, a FLT não tem hierarquia formal. Grupos de cada país agem de forma independente e assumem os atentados por conta própria. / R. B.

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