Grifes alopradas

Lar doce lar

TUTTY HUMOR, O Estado de S.Paulo

06 Abril 2012 | 03h02

Após três semanas curtindo uma de independente por aí, o PR do senador Blairo Maggi está de volta ao ninho da base aliada do governo. Dorme, por enquanto, na sala!

Lei seca

O Congresso ficou de aprovar na semana que vem projeto que inclui imagens, vídeos e testemunhos entre as possibilidades de prova de condução de veículo sob influência de álcool. Isso quer dizer o seguinte: não basta o motorista não ter bebido, precisa parecer estar sóbrio!

Adios, muchachos!

Quando, afinal, vai acontecer o primeiro bota-fora de espanhóis em Cumbica? Hospitaleiro do jeito que o brasileiro é, capaz de rolar até show de mulatas na despedida de quem não tiver a documentação necessária para entrar no País.

Tudo, menos...

José Serra concordou em colar sua agenda na de Geraldo Alckmin, mas fez o governador prometer que não vai levá-lo pra comer pastel com café na padaria da esquina.

Fantasmas da ópera

Depois da exumação do corpo de Tim Maia no Brasil, já se fala nos Estados Unidos na reabertura do caso O.J. Simpson. Onde é que isso vai parar, caramba?!

Melhor não!

Enfim, uma boa notícia: Andrés Sanches recusou a homenagem que lhe prestariam no Corinthians com a inauguração de um busto do ex-presidente do clube no Parque São Jorge. Não é nada, não é nada...

Demóstenes, cá pra nós, é o de menos! A Polícia Federal apurou que, em matéria de nomes pouco convencionais, o contraventor Carlinhos Cachoeira mantinha relações com Deuselino (Valadares), Gleyb (Ferreira da Cruz) e Jovair (Arantes), fora o Sandes Júnior, que é praticamente plágio daquela antiga - e já desfeita - dupla sertaneja mirim. O Stepan (Nercessian) deve ter sido aceito nesta confraria por razões óbvias!

Fernando Gabeira escreveu certa vez aqui no Estadão que, "assim como fumaça e fogo, nomes estranhos e escândalos andam juntos no Brasil".

Foi assim com o Errolflyn (Paixão), sócio de empresa fantasma do esquema de fraudes do Ministério do Turismo no Amapá; o Agaciel (Maia), pivô do escândalo dos atos secretos do Senado; a Ralcilene (Santiago), acusada em suposto esquema de corrupção no Ministério do Esporte; sem falar no Dayvini (Nunes), sobrinho-laranja de Gesmo (Santos), dono do apartamento de milionário alugado por Palocci em São Paulo.

O PT, em especial, adora produzir más notícias com grifes alopradas, tipo Gedimar, Vedoin, Valdebran, Eudacy e Delúbio!

Não à toa, o Brasil é um país sem memória: fica muito difícil lembrar de nomes assim!

Empate técnico

Pesquisa Ibope confirma: com 77% de aprovação popular, Dilma Rousseff já é quase tão querida no Brasil quanto Michel Teló (foto). Lá fora, entretanto, a vantagem do cantor ainda é mais considerável!

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.