Governo oferece proteção a família de jovem morto

Em meio à revolta de parentes e amigos, Abraão da Silva Maximiliano, de 15 anos, morto por soldados do Exército no Complexo do Alemão, foi enterrado ontem no Rio. O subsecretário de Direitos Humanos, Antônio Carlos Biscaia, ofereceu à família inclusão no programa de proteção a testemunhas.

O Estado de S.Paulo

29 Dezembro 2011 | 03h05

A versão da Força de Pacificação é que Abraão estava entre criminosos que dispararam contra soldados. A família diz que o garoto apenas jogava futebol após toque de recolher. Oito militares foram afastados.

"O crime do meu irmão foi ficar na rua até mais tarde", disse Jéssica Maximiliano, que ainda não decidiu se aceitará proteção. "Não somos bandidos para viver escondidos." / CLARISSA THOMÉ

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.