Governo estuda criar outra usina na Baixada Santista

O governo de São Paulo prepara a instalação de uma usina de incineração de lixo na Baixada Santista para geração de energia elétrica. Segundo a Secretaria de Estado de Saneamento e Energia, a usina deve ser de grande porte, com capacidade para queimar de 400 a 600 toneladas de lixo diariamente e produzir energia elétrica a ser utilizada no polo industrial de Cubatão.

Eduardo Reina, O Estado de S.Paulo

05 de agosto de 2010 | 00h00

A capacidade total de processamento da unidade será de 1,2 mil toneladas por dia, que devem gerar 26 megawatts/ hora. O custo estimado da obra é de R$ 324 milhões, segundo dados do governo estadual. Esse empreendimento deve receber dejetos da Baixada Santista e litoral norte.

A instalação da usina resolveria um problema grave do litoral paulista, que é a falta de locais para disposição final para resíduos sólidos. Sua construção ainda depende, segundo a Secretaria de Saneamento e Energia, da viabilização econômico-financeira, já que as condicionantes ambientais estão resolvidas.

Economia. Em São Bernardo, a prefeitura escolheu o modelo de parceria público-privada (PPP) para a construção da usina.

Segundo o secretário de Planejamento Urbano, Alfredo Buso, a definição pela construção da usina por uma PPP tem como objetivo baixar os custos com a destinação do lixo de São Bernardo. "A energia elétrica a ser gerada servirá como receita."

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.