Governo anuncia reparos na pista principal de Cumbica

Defesa não esclarece se o início dos reparos será mesmo à meia-noite desta terça para quarta-feira

Tânia Monteiro, Estadão

31 de julho de 2007 | 19h59

Depois de ter repassado grande parte do movimento do aeroporto de Congonhas para o de Cumbica e de ser confrontado com a informação de que a pista principal do aeroporto internacional, em Guarulhos, apresenta a capa asfáltica no limite de vida útil, o Ministério da Defesa foi obrigado a anunciar, nesta terça-feira, 31, duas medidas emergenciais. Em nota oficial, o ministério disse que as obras de "reparos" na pista vão começar "imediatamente", e sempre da meia-noite às 6h. Anunciou, também, que a recuperação total da pista está marcada para começar em fevereiro do ano que vem.   Nem o texto da Defesa nem a informação divulgada por assessores especificam, no entanto, se o início dos reparos será mesmo à meia-noite desta terça para quarta-feira.   A nota oficial informa ainda que as obras definitivas necessárias no Aeroporto de Guarulhos, no entanto, só serão iniciadas em fevereiro do próximo ano. A decisão anterior do Ministério era a de fazer essas obras a partir de março de 2008. A decisão anunciada na nota oficial foi tomada agora à tarde, com base nas informações recebidas pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, em reunião realizada na manhã desta terça-feira, 31, de que a pista principal de Guarulhos necessita de reparos.   O texto oficial informa que o governo decidiu que o Aeroporto de Guarulhos vai operar com 54 movimentos/hora quando as duas pistas estiverem em operação e com 33 movimentos/hora quando apenas uma das pistas estiver operando. A nota diz também que a Infraero continuará executando as obras de fixação das ranhuras na pista principal do Aeroporto de Congonhas, com término previsto para setembro próximo.   Na reunião desta terça-feira, foi decidido que a Agência Nacional da Aviação Civil (Anac) deve tomar todas as medidas para que as transferências dos vôos sejam feitas de forma gradativa e crescente, respeitando-se o limite da capacidade operacional dos Aeroportos de Guarulhos e Viracopos.

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