Goldman afirma que falhas na CPTM serão resolvidas dentro de dois anos

Governador afirmou que problemas como o que aconteceu nesta manhã na Linha 7-Rubi são reflexos do velho sistema da companhia; falha na rede elétrica prejudicou 25 mil pessoas

Priscila Trindade, estadão.com.br

19 de agosto de 2010 | 16h19

 

SÃO PAULO - O governador de São Paulo, Alberto Goldman, afirmou na manhã desta quinta-feira, 19, que o número de falhas nas linhas da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) deve cair de forma considerável dentro de dois anos, quando será concluído o processo de modernização do sistema da companhia.

 

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Goldman afirmou que problemas como o que aconteceu nesta manhã na Linha 7-Rubi, devido a um problema na rede elétrica, são reflexos do velho sistema da companhia. A interrupção na circulação de trens afetou cerca de 25 mil passageiros.

 

"A CPTM é ainda produto de um velho sistema e tem ainda defeitos desse velho sistema. No prazo de um ano, dois anos, acredito, todo o sistema CPTM estará modernizado. Não é que não teremos mais falhas, elas existirão evidentemente, como existe no Metrô. De vez em quando tem no Metrô algum acidente. São equipamentos, são sistemas, são pessoas e ocorrem de fato incidentes, mas vão ocorrer muito menos do que ocorrem hoje na CPTM", afirmou durante a inauguração do Serviço Estadual de Diagnóstico por Imagem (Sedi).

 

Goldman lembrou que a CPTM foi formada a partir da junção de três ferrovias - a Fepasa, a Santos-Jundiaí e a CBTU. "Esses três sistemas começaram a trabalhar evidentemente como eles eram inicialmente. Hoje, eles estão trabalhando juntos como CPTM, uma coisa só. Eles estão sendo modernizados, estamos comprando centenas de trens. As fábricas até se instalaram em São Paulo para produzir esses trens. Os sistemas de comunicação, sistemas de controle eletrônico também estão sendo modernizados".

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