Gás tóxico vaza e fecha posto na Rodovia dos Bandeirantes

Em contato com o ar, ácido clorídrico se torna tóxico; Cetesb apura possíveis danos ao meio ambiente

17 de agosto de 2007 | 08h15

A forte fumaça saída de um caminhão-tanque causou a suspeita de uma explosão em um posto na altura do km 28 da Rodovia dos Bandeirantes. Por volta das 21h30 de quinta-feira, 16, o gás clorídrico transportado pelo caminhão vazou e causou uma forte fumaça. O Corpo de Bombeiro enviou 13 guarnições para o local, mas os soldados constataram que apenas ocorreu vazamento do produto tóxico e solicitaram a presença de funcionários da Cetesb para apurar os possíveis danos ao meio ambiente. Segundo o Corpo de Bombeiros, o caminhão, que seguia pela rodovia no sentido do interior, transportava ácido clorídrico. Avisado de que estava vazando o produto químico, que deixava um rastro de fumaça na pista, parou no posto para tomar as providências. Com a chegada dos bombeiros o caminhão foi retirado do posto e mantido em um terreno baldio vizinho. Por conta disso, houve a suspeita de explosão, que chegou a ser noticiada. Apesar de a AutoBan, concessionária que administra o sistema Anhangüera/Bandeirantes, afirmar que ocorreu a explosão em uma das válvulas do tanque e que o fogo se extinguiu espontaneamente, os bombeiros negaram a informação e apenas providenciaram para que fosse estancado o vazamento para impedir danos maiores ao meio ambiente. A empresa já providenciou outro caminhão-tanque para fazer a remoção do produto, que em contato com o ar se transforma em gás tóxico letal. Só depois disso é que se saberá quanto ácido vazou e qual a extensão dos danos.

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