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Funcionário do Santos FC é preso por suspeita de estupro e pedofilia 

Suspeito, que é massagista da equipe profissional desde 2010, foi detido em Lindóia, no interior do Estado. Homem nega as acusações

Luiz Alexandre Souza Ventura, especial para o Estado

19 de junho de 2019 | 22h44

SANTOS - O auxiliar de enfermagem Clovis Aparecido Vesco, de 61 anos, que trabalha como massagista da equipe profissional do Santos desde 2010, está preso no 5.° Distrito Policial de Santos, litoral sul de São Paulo, por suspeita de estupro e pedofilia.

A ordem de prisão foi decretada pela 4.ª Vara Criminal de Santos, a pedido do Ministério Público Estadual (MPE), com base nas investigações da delegada Fernanda dos Santos Sousa, titular da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Santos. 

O suspeito foi detido nesta terça-feira, 18, em Lindóia, no interior paulista, cidade onde moram vítimas já identificadas. Vesco nega as acusações. Por envolver menores de 18 anos, o processo é sigiloso, mas o advogado Eduardo Roberto Leite Filho, que defende o massagista, declarou que a acusação é "descabida".

O Santos FC informou em nota que a prisão do massagista não tem relação com suas atividades no clube e, tendo em vista que há investigações em curso envolvendo "fatos repugnantes", coloca-se disponível às autoridades.

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