Funcionário de colégio morto em assalto será enterrado na Bahia

O auxiliar de serviços gerais Eduardo Paiva, de 39 anos, foi assassinado atiros na frente do Sion, em Higienópolis

Luciano Bottini Filho, O Estado de S. Paulo

04 Junho 2013 | 14h16

SÃO PAULO - O auxiliar de serviços gerais do Colégio Nossa Senhora do Sion, assassinado na manhã dessa segunda-feira, 3, será enterrado em Vitória da Conquista, Bahia, de acordo com a assessoria da escola. Eduardo Paiva, de 39 anos, foi morto em uma tentativa de assalto em uma calçada da Avenida Higienópolis, depois de resistir a um dos dois assaltantes, que o havia mandado ajoelhar. A vítima estava com R$ 3 mil dentro da calça, sacados de um cheque em agência do Itaú Personnalité, a poucos metros do local do crime.

O colégio não confirmou se irá custear as despesas de embalsamamento e o translado do corpo do ex-funcionário, que trabalhava na instituição havia 8 anos.

A polícia afirma que ainda não conseguiu identificar os dois homens que participaram do assalto. Eles chegaram em uma moto, um com roupa preta e capacete e outro de blusa vermelha e boné. O garupa seguiu a vítima na calçada e o rendeu. Depois que a vítima tentou se levantar, o ladrão deu dois tiros, de acordo com testemunhas. O garupa voltou para cima da moto e os assaltantes fugiram. A vítima ficou para trás, cambaleando até cair no meio da pista. Paiva chegou a ser socorrida na Santa Casa, em Santa Cecília, mas não resistiu.

Tanto o colégio Sion como o Colégio Rio Branco, localizado do outro lado da Avenida Higienópolis, afirmaram que tiveram aulas normais nesta terça-feira, 4.

Imagens de circuito de segurança gravaram o crime.

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